Em 30 segundos
  • Existem vários tipos de mancha, com causas diferentes.
  • O protetor solar com cor é a base de todos os tratamentos.
  • Laser e ácidos fortes podem piorar algumas manchas.
  • Mancha que muda, cresce ou sangra precisa de avaliação.

Os tipos mais comuns

  • Melasma: manchas simétricas nas bochechas, testa e buço, ligadas a hormônios e à luz. Crônico, mas controlável.
  • Manchas de sol: pontos marrons em áreas expostas (rosto, colo, mãos), que aparecem com os anos de sol acumulado.
  • Mancha pós-inflamatória: a marca escura que fica depois de uma espinha, depilação ou irritação. Muito comum em pele morena e negra.
  • Sardas: genéticas, comuns em pele clara, escurecem no verão.
  • Olheira pigmentar: a cor escura ao redor dos olhos, que tem causas próprias.

O que funciona

  • Protetor solar com cor, todos os dias: os pigmentos bloqueiam também a luz visível, que escurece as manchas.
  • Clareadores certos para cada tipo, em esquemas orientados.
  • Procedimentos selecionados (peelings, laser e luz pulsada), que funcionam muito bem nas manchas de sol, mas pedem cautela no melasma.

“Sem saber o tipo de mancha, o tratamento vira tentativa. Com o diagnóstico certo, o que decide o resultado é a constância.”

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Mancha que muda não é mancha estética

Uma mancha nova, que cresce, muda de cor ou sangra precisa ser examinada. Veja quando uma mancha é sinal de alerta.

Mitos e verdades

❌ Mito

"Limão clareia mancha."

✓ Verdade

Limão com sol pode queimar a pele e deixar mancha nova.

❌ Mito

"Laser resolve qualquer mancha."

✓ Verdade

Em manchas de sol funciona muito bem; no melasma, se mal indicado, pode piorar.

❌ Mito

"No inverno não preciso de protetor."

✓ Verdade

A luz que escurece as manchas existe o ano todo, inclusive dentro de casa, perto da janela.

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