- Existem vários tipos de mancha, com causas diferentes.
- O protetor solar com cor é a base de todos os tratamentos.
- Laser e ácidos fortes podem piorar algumas manchas.
- Mancha que muda, cresce ou sangra precisa de avaliação.
Os tipos mais comuns
- Melasma: manchas simétricas nas bochechas, testa e buço, ligadas a hormônios e à luz. Crônico, mas controlável.
- Manchas de sol: pontos marrons em áreas expostas (rosto, colo, mãos), que aparecem com os anos de sol acumulado.
- Mancha pós-inflamatória: a marca escura que fica depois de uma espinha, depilação ou irritação. Muito comum em pele morena e negra.
- Sardas: genéticas, comuns em pele clara, escurecem no verão.
- Olheira pigmentar: a cor escura ao redor dos olhos, que tem causas próprias.
O que funciona
- Protetor solar com cor, todos os dias: os pigmentos bloqueiam também a luz visível, que escurece as manchas.
- Clareadores certos para cada tipo, em esquemas orientados.
- Procedimentos selecionados (peelings, laser e luz pulsada), que funcionam muito bem nas manchas de sol, mas pedem cautela no melasma.
“Sem saber o tipo de mancha, o tratamento vira tentativa. Com o diagnóstico certo, o que decide o resultado é a constância.”
Uma mancha nova, que cresce, muda de cor ou sangra precisa ser examinada. Veja quando uma mancha é sinal de alerta.
Mitos e verdades
"Limão clareia mancha."
Limão com sol pode queimar a pele e deixar mancha nova.
"Laser resolve qualquer mancha."
Em manchas de sol funciona muito bem; no melasma, se mal indicado, pode piorar.
"No inverno não preciso de protetor."
A luz que escurece as manchas existe o ano todo, inclusive dentro de casa, perto da janela.
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