Em 30 segundos
  • É o câncer mais frequente no Brasil, ligado à exposição solar.
  • Os tipos mais comuns têm cura próxima de 100% quando precoces.
  • O melanoma é mais raro, porém mais agressivo — exige atenção.
  • A frequência do rastreio depende do seu perfil de risco.

Os tipos de câncer de pele

Nem todo câncer de pele é igual. Entender a diferença tira boa parte do medo:

  • Carcinoma basocelular: o mais comum. Cresce devagar, raramente se espalha, mas precisa ser tratado.
  • Carcinoma espinocelular: também ligado ao sol, um pouco mais agressivo que o basocelular.
  • Melanoma: menos comum, porém o mais perigoso — pode se espalhar se não tratado cedo. É onde a detecção precoce mais salva vidas.

"A mensagem central é otimista: a grande maioria dos cânceres de pele é curável quando encontrada cedo. O rastreio existe justamente para isso."

Quem deve fazer rastreio

Todo adulto se beneficia de olhar a própria pele, mas alguns grupos devem ter acompanhamento dermatológico regular:

  • Pele clara, sardas, ruivos ou loiros
  • Histórico de queimaduras solares ou bronzeamento artificial
  • Muitas pintas ou pintas atípicas
  • Casos de câncer de pele na família
  • Trabalho ou lazer com muita exposição solar
  • Transplantados e imunossuprimidos
  • Quem já tratou um câncer de pele antes

Com que frequência?

PerfilFrequência sugerida
Baixo risco, sem pintas atípicasAutoexame mensal + avaliação quando notar mudança
Risco moderado (pele clara, muito sol)Avaliação dermatológica anual
Alto risco (muitas pintas, histórico)A cada 6–12 meses, com mapeamento
Já tratou câncer de peleConforme orientação médica, geralmente 6/6 meses
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O autoexame não substitui o médico

Ele é ótimo para perceber mudanças, mas a dermatoscopia enxerga o que o olho não vê. Um complementa o outro.

Como é o exame

A avaliação é simples, rápida e indolor. O médico examina a pele com um dermatoscópio — uma lente com luz polarizada que amplia as lesões e revela padrões invisíveis a olho nu. Quando indicado, faz-se o mapeamento corporal, com fotos que permitem comparar as pintas ao longo do tempo.

Se alguma lesão for suspeita, o próximo passo costuma ser uma pequena biópsia, feita com anestesia local no próprio consultório.

Prevenção que funciona

  • Protetor solar diário, reaplicado a cada 2–3 horas ao ar livre
  • Evitar sol entre 10h e 16h; buscar sombra
  • Chapéu, óculos e roupas com proteção UV
  • Nunca usar câmaras de bronzeamento
  • Autoexame mensal e avaliação periódica

Faça seu rastreio de pintas

Agende uma avaliação dermatológica com dermatoscopia. É rápido, indolor e pode salvar sua pele — literalmente.

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