- A queda costuma começar 2 a 3 meses depois do gatilho, por isso quase ninguém liga uma coisa à outra.
- Febre alta, covid, cirurgia, parto, dieta e estresse intenso são gatilhos comuns.
- Na maioria das vezes é temporária.
- Quando passa de 6 meses, ou o cabelo afina na risca, pode haver outra causa por trás.
Você se reconhece?
- Os fios estão caindo em quantidade, no banho, na escova e no travesseiro.
- Há alguns meses você teve febre alta, covid, uma cirurgia, um parto ou perdeu peso rápido.
- O rabo de cavalo está mais fino.
- Você já tentou xampu e vitamina por conta própria e nada mudou.
Se a história parece com a sua, vale entender o que está acontecendo antes de gastar com produto que não trata a causa.
Por que o cabelo cai meses depois
Cada fio passa por uma fase de crescimento, uma de repouso e, por fim, cai para dar lugar a um novo. Um choque para o corpo, como febre alta ou uma cirurgia, faz muitos fios saírem da fase de crescimento ao mesmo tempo. Eles ficam em repouso por cerca de três meses e só então caem, todos juntos. Esse quadro se chama eflúvio telógeno.
Por isso a queda assusta tanto: ela aparece quando o gatilho já passou e parece não ter explicação.
Quando é mais do que isso
O eflúvio costuma melhorar sozinho quando a causa passa. O problema é que ele pode vir junto com outras situações, ou revelar algo que já estava começando:
- Alterações da tireoide e falta de ferro, que mantêm a queda ativa.
- A calvície de padrão genético, que também afina os fios e pode ser “acordada” por uma queda forte.
- Queda que não para depois de seis meses, chamada de eflúvio crônico.
- Falhas arredondadas, coceira, descamação ou dor no couro cabeludo, que apontam para outras doenças.
Diferenciar essas situações exige olhar o couro cabeludo de perto, com a dermatoscopia, e entender a sua história. Para entender os outros tipos de queda, leia Calvície ou outra coisa?
Quando há outra causa por trás, cada mês sem tratamento é um mês de fios que poderiam ter sido mantidos. Na calvície de padrão genético, o folículo que afina por muito tempo pode não voltar a produzir um fio grosso.
O que você leva da consulta
- Se é só eflúvio, que tende a passar, ou se há outra causa junto.
- Quais exames fazem sentido no seu caso, e quais não.
- Um plano de tratamento para a causa, não para o sintoma.
- Quando esperar a melhora e como acompanhar.
- Médico há mais de 5 anos, com 3 anos de residência em Dermatologia no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
- Atuação diária em ambulatórios de dermatologia clínica, cirúrgica e oncológica
- Consulta com tempo para ouvir, examinar e explicar o plano passo a passo
- Condutas baseadas em evidência científica — sem promessas milagrosas
Perguntas frequentes
Vou ficar careca?
Na maioria das vezes, não: o eflúvio é temporário e o cabelo volta. O que preocupa é quando a queda passa de seis meses ou o cabelo afina na risca, porque aí pode haver outra causa por trás.
Quanto tempo dura?
Em geral alguns meses depois de o gatilho passar. Se dura mais de seis meses, vale investigar.
Preciso fazer exames?
Muitas vezes, sim. Quais exames pedir depende da sua história, e é isso que a consulta define.
Dá para consultar por telemedicina?
Sim. A história e fotos do couro cabeludo ajudam muito, e os exames podem ser pedidos com assinatura digital. Se o exame de perto for necessário, você é orientado para o presencial.
O cabelo está caindo e você não sabe por quê?
Na consulta você entende a causa da queda e sai com um plano para ela. Presencial em Porto Alegre ou por telemedicina.
Agendar pelo WhatsAppPrefere escolher o horário? Ver horários livres na agenda online →
Presencial em Porto Alegre ou por telemedicina · Até 10x sem juros